segunda-feira, 27 de maio de 2013

Junkers Ju.87B-2 "Stuka"


Modelo:
Revell 1/32 Junkers Ju.87B-2 Stuka
Referência:
4796 – 0389
Preço:
Não foi caro
Esquemas:
4./St.G.77, Balkanfeldzug ou 3./St.G.5
Autor:
Nuno Miguel Silva
Notas:
Um modelo excelente excepto os rebites

HISTÓRIA
Experimentado na Guerra Civil de Espanha, realizou o seu trabalho de forma brilhante dando ao regime nacional-socialista, não só uma potente aeronave de assalto mas também com uma poderosa arma de propaganda.

Durante as campanhas seguintes, Polónia e França, as esquadras de Stuka criaram o caos absoluto, castigando aglomerados de tropas, cidades, estradas, pontes e arrebanhando a população civil sem misericórdia, dando a estas máquinas de aspecto sinistro, a alcunha de “aeronave mais odiada de sempre”.

Pouco depois, na batalha de Inglaterra, este animal de estimação de Goering, não passou de um alvo fácil devido à perda de superioridade aérea alemã. Forçando a sua retirada, para paragens menos carregadas de caças inimigos tendo continuado em serviço até 1945, adquirindo um novo papel de aeronave de ataque naval e numa temível arma anticarro, terminando a sua carreira como intruso nocturno.

O Ju.87 Stuka serviu aliados da Alemanha, nomeadamente, Itália, Roménia, Hungria, Bulgária e Eslováquia.


O MODELO

Moldado em plástico azul claro, com setenta peças, sendo cinco delas transparentes, este modelo tem um problema, sofre de rebitite aguda, sendo um modelo vintage da Revell, com data de 1990, mas com moldes dos anos 60, decidi manter os rebites, só porque dava muito trabalho lixar tudo e rescrever os painéis um a um.

CONSTRUÇÃO

Construí o meu Junkers em duas semanas dedicando, mais ou menos, duas horas por dia. Embora a cabina seja pobre em detalhes, eu achei que gastar dinheiro, no conjunto fotografado da Eduard, não valia a pequena, pois pintei tudo a aerógrafo e fico bonito. (deitei fora as figuras pois não se aproveita nada).

A seguir, o motor, nada mais é que duas metades de plástico com algum nível de detalhe gravado no próprio motor. O trem de aterragem fixo, as asas e estabilizadores são montados separadamente. A junção de todos estes elementos correu bem, à excepção de tapar a falha que ocorre nas asas principais. As pás das hélices não vêm separadas do cone e talvez seja a parte mais desagradável na construção do modelo. A seguir, é colocar a bomba ou bombas, pois o modelo traz uma bomba central ou quatro mais pequenas, para colocar duas debaixo de cada asa, as antenas e a carlinga e pintar.

Nota: o trem de cauda, não vem separado estando agarrado à fuselagem.

ESQUEMA DE CAMUFLAGEM

O esquema de pintura do Junkers, para estas unidades, não engana ninguém, a saber, RLM 65 – azul pálido para superfícies inferiores e camuflado de RLM 70 - verde preto e RLM 71 – verde-escuro.

Antes de colocarem o trem de aterragem, pintei as superfícies inferiores, pois as sapatas dos trens, que convém já estarem pintadas, são em verde e não dão jeito estarem colocadas antes da pintura da parte inferior.

REFERÊNCIAS
www.airwar.ru


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