Modelo:
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Revell 1/32 Junkers
Ju.87B-2 Stuka
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Referência:
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4796 – 0389
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Preço:
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Não foi caro
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Esquemas:
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4./St.G.77, Balkanfeldzug ou 3./St.G.5
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Autor:
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Nuno Miguel Silva
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Notas:
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Um modelo excelente excepto os rebites
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HISTÓRIA
Experimentado
na Guerra Civil de Espanha, realizou o seu trabalho de forma brilhante dando ao
regime nacional-socialista, não só uma potente aeronave de assalto mas também
com uma poderosa arma de propaganda.
Durante as
campanhas seguintes, Polónia e França, as esquadras de Stuka criaram o caos
absoluto, castigando aglomerados de tropas, cidades, estradas, pontes e
arrebanhando a população civil sem misericórdia, dando a estas máquinas de
aspecto sinistro, a alcunha de “aeronave mais odiada de sempre”.
Pouco depois,
na batalha de Inglaterra, este animal de estimação de Goering, não passou de um
alvo fácil devido à perda de superioridade aérea alemã. Forçando a sua
retirada, para paragens menos carregadas de caças inimigos tendo continuado em
serviço até 1945, adquirindo um novo papel de aeronave de ataque naval e numa
temível arma anticarro, terminando a sua carreira como intruso nocturno.
O Ju.87 Stuka
serviu aliados da Alemanha, nomeadamente, Itália, Roménia, Hungria, Bulgária e
Eslováquia.
O MODELO
Moldado em
plástico azul claro, com setenta peças, sendo cinco delas transparentes, este
modelo tem um problema, sofre de rebitite aguda, sendo um modelo vintage da
Revell, com data de 1990, mas com moldes dos anos 60, decidi manter os rebites,
só porque dava muito trabalho lixar tudo e rescrever os painéis um a um.
CONSTRUÇÃO
Construí o
meu Junkers em duas semanas dedicando, mais ou menos, duas horas por dia.
Embora a cabina seja pobre em detalhes, eu achei que gastar dinheiro, no conjunto
fotografado da Eduard, não valia a pequena, pois pintei tudo a aerógrafo e fico
bonito. (deitei fora as figuras pois não se aproveita nada).
A seguir, o
motor, nada mais é que duas metades de plástico com algum nível de detalhe gravado no próprio motor. O trem de aterragem fixo, as asas e estabilizadores
são montados separadamente. A junção de todos estes elementos correu bem, à
excepção de tapar a falha que ocorre nas asas principais. As pás das hélices
não vêm separadas do cone e talvez seja a parte mais desagradável na construção
do modelo. A seguir, é colocar a bomba ou bombas, pois o modelo traz uma bomba
central ou quatro mais pequenas, para colocar duas debaixo de cada asa, as
antenas e a carlinga e pintar.
Nota: o trem de cauda, não vem
separado estando agarrado à fuselagem.
ESQUEMA DE CAMUFLAGEM
O esquema de
pintura do Junkers, para estas unidades, não engana ninguém, a saber, RLM 65 –
azul pálido para superfícies inferiores e camuflado de RLM 70 - verde preto e
RLM 71 – verde-escuro.
Antes de
colocarem o trem de aterragem, pintei as superfícies inferiores, pois as
sapatas dos trens, que convém já estarem pintadas, são em verde e não dão jeito
estarem colocadas antes da pintura da parte inferior.
REFERÊNCIAS
www.airwar.ru